Porque o Fim tem que ser Melhor que o Começo?

Se hoje é a primeira vez que está lendo esse blog, Seja bem vindo! Caso já seja um visitante recorrente, este post promete a uma reflexão tão impactante como as outras.

Porque o Fim tem que ser Melhor que o Começo?

Hoje quero bater um papo com vocês sobre algo que me deixa pensando bastante: a ideia de que o "começo" é o que mais importa, ou que a primeira impressão é a que fica. A gente cresce ouvindo isso, né? "Arrase na entrevista!", "Crie um impacto logo de cara!". E sim, o começo é importante, sem dúvida. Mas será que ele é tudo?

Eu tenho uma teoria, e quero compartilhar com vocês. Minha teoria é que, na verdade, o fim deve ser melhor que o começo.

A Força do Final

Pensa comigo: a gente é bombardeado com a ideia de que o start é o que define o jogo. Mas, vamos ser sinceros, quantas vezes um começo meia-boca se transformou em algo grandioso? E quantas vezes um começo espetacular se desfez no meio do caminho?
No fundo, o que nos define, o que realmente fica marcado, é como a gente termina as coisas. Não só as grandes empreitadas da vida, mas cada projeto, cada relacionamento, cada dia.

Lições que atravessam milênios

Essa não é uma ideia nova, nem minha. Ao longo da história da humanidade, a gente vê essa sabedoria em diversos lugares.

Na Bíblia Judaica, por exemplo, no livro de Eclesiastes (que eu adoro!), tem uma frase que diz: "Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio". Não é à toa que essa frase está lá. Ela sugere que a jornada, as dificuldades e o crescimento que acontecem no meio do caminho são o que dão verdadeiro valor ao desfecho.

Na Bíblia Cristã, a ideia da perseverança até o fim, de completar a corrida, é constante. Pensa em Paulo, que em seus últimos dias diz: "Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé". Ele não foca só no início da sua jornada, mas na conclusão bem-sucedida.

E se a gente for para os filósofos, muitos deles também nos guiam para essa reflexão. Os estoicos, por exemplo, falavam muito sobre viver cada dia com propósito, mas sempre com a visão de como nossas ações se somam ao longo da vida e como elas nos moldarão para o nosso fim. Não se trata de uma obsessão com a morte, mas com a qualidade de vida até o último suspiro.
Legado: a última impressão.

No final das contas, seremos verdadeiramente lembrados pelo nosso legado. E o legado não é construído no primeiro dia. Ele é a soma das nossas escolhas, das nossas superações, das nossas quedas e dos nossos recomeços. É o resultado do que a gente construiu, do que a gente deixou.

A última impressão, ao contrário do que muitos dizem, é a que fica. É ela que sela a nossa história. É como você chega ao final de um projeto, de um relacionamento, da sua vida, que realmente grita quem você foi e o que você representou.

Então, que tal a gente começar a pensar menos na pressão de um começo "perfeito" e mais na beleza de um fim significativo?

E aí, o que você acha dessa ideia? Você acredita que o fim pode ser mais importante que o começo? Deixa seu comentário! Quero muito ouvir a opinião de vocês.

Até breve!

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