Fala, pessoal! Tudo certo por aí?
Senta aí, pega uma bebida e relaxe e reserve um tempo para ler esta postagem feito por Alex Sandro Alves para este blog.
"Alguns podem achar que como seres sociais desde a pré história somos condicionados e incapazes de sermos felizes sozinhos, outros rotularam os que tentam, como portadores da Síndrome do Eremita, mas aprender a ser feliz sozinho pode ser a chave para ser feliz com os outros, mas de verdade, não por fingimento ou convenção"
Alex Sandro Alves o Escritor Dislexo.
O fenômeno de escolher viver só de propósito
Estava aqui pensando numa parada que tem aparecido muito nas minhas conversas e nas redes sociais ultimamente. Já reparou como tem cada vez mais gente chutando o balde daquela pressão social de "estar sempre acompanhado" e abraçando a própria companhia?
Antigamente, se você falasse que ia passar o sábado à noite sozinho, o pessoal já olhava com cara de pena, achando que você estava depressivo ou que ninguém tinha te convidado para sair. Mas o jogo virou.
O "Solo" virou o novo luxo
Hoje em dia, a gente vive num mundo barulhento demais. É notificação o tempo todo, gente cobrando resposta no WhatsApp, reunião que podia ser um e-mail... A verdade é que o silêncio virou artigo de luxo.
Escolher a solidão — e aqui eu não estou falando de abandono, mas de solitude — virou uma estratégia de sobrevivência mental. É aquele momento em que você finalmente consegue ouvir os próprios pensamentos sem a interferência do filtro de outra pessoa.
Não é sobre ser antissocial
Tem uma diferença gigante entre quem não gosta de gente e quem aprendeu a gostar de si mesmo. O que eu vejo é uma galera super inteligente, articulada e bem resolvida que simplesmente cansou do "teatro social". Sabe aquela conversa fiada de festa que não leva a lugar nenhum? Pois é. Muita gente está trocando isso por um livro, um hobby novo ou só pelo prazer de não ter que performar para ninguém.
Quando você está sozinho por escolha, você é o dono do controle remoto da sua vida. Quer comer pizza gelada no café da manhã? Ok. Quer ficar três horas olhando para o teto pensando na vida?
Ninguém tem o direito de te julgar.
A liberdade de não dar explicações
No fundo, acho que essa tendência diz muito sobre como a gente está buscando autenticidade. Quando estamos com os outros, querendo ou não, a gente se adapta. Quando estamos sós, a máscara cai. E tem muita gente descobrindo que a própria companhia é, na verdade, bem interessante.
Não é um movimento de isolamento total, é um movimento de seleção. A gente está ficando mais criterioso com quem divide nosso tempo, porque entendemos que o tempo é o que a gente tem de mais valioso. Se for para sair de casa e gastar energia, que seja por algo que realmente valha a pena. Caso contrário? O sofá e o silêncio ganham de goleada.
E você? Já teve aquele momento de cancelar um plano de última hora só porque a ideia de ficar em paz na sua sala parecia muito mais atraente do que qualquer festa bombada?
Gostou dessa reflexão? Que tal comentar e compartilhar nas suas redes sociais.O que acha?
Grato por ler?
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