Escravidão ou Liberdade: Qual é o Pior Pecado?


Senta que vem um texto que requer atenção, pega seu café, seu suco,  terere, ou qualquer bebida que mais goste e comece a leitura deste post do Blog.
 
Vamos conversar sobre um dilema que muita gente carrega no coração e na cabeça, mas raramente tem coragem de colocar pra fora.

A pergunta "qual pecado é maior?"

A pergunta geralmente vem carregada de medo de perseguição,  como uma nova Inquisição Moderna. Mas, se olharmos de um jeito mais humano e menos institucional, ou intectual, o buraco é muito mais embaixo. 

Estamos falando de  Aparência versus Autenticidade...

O peso de carregar uma máscara

Sabe aquela pessoa que vai ao culto, missa, reunião e senta no banco, canta os hinos e concorda com o ancião, padre romano, padre ortodoxo, pastor, e demais líderes de todas as mais de 40 mil religiões baseadas no cristianismo, mas por dentro está gritando? 

Ela continua no teatro, faz isso para não ser expulsa do almoço de domingo, para não ver a mãe chorar ou para não ser o "ovelha negra" do grupo de amigos.

Viver assim é um sacrifício diário da própria alma. É mentir para si mesmo e para o que ela acredita ser o Divino, tudo em nome de uma paz social que, no fundo, é falsa. 

Se a espiritualidade deveria ser sobre verdade, qual o sentido de baseá-la em uma encenação? Isso não é fé, é sobrevivência social. E o preço disso é uma ansiedade que não passa.

A liberdade de olhar para o céu sem intermediários.

Do outro lado, temos quem decidiu que as quatro paredes de uma instituição ficaram pequenas demais para o tamanho de Deus. 

É gente que cansou de dogmas que parecem mais regras de controle do que caminhos de amor, de liberdade  e salvação.

Muitas vezes, essas pessoas são julgadas como "ateus", "desviadas", " desasociados", "hereges", "em cima do muro" e demais jargãos próprios de cada Igreja apelidam a quem se nega a ser falso a seus princípios só para agradar a maioria. 

De fato, a algumas décadas atrás, ouvi um padre católico dizer em um programa no horário da tarde onde apenas quem não trabalha ou está de férias assistiria: " É melhor errar com a Igreja do que ir pro céu sozinho".

O que me faz lembrar da história do avô que levou a neta com baldes para a praia para pegar caranguejos, o avô e neta encheram os dois baldes de vinte litros. Após coleta bem sucedida a neta perguntou ao avô: - Como conseguimos isso? Porque nenhum caranguejo escapouco? O avô disse: -Porque quando um tenta fugir outros caranguejos os puxam para dentro do balde de volta...

Com isto tive um momento de reflexão e notei que assim como simples criaturas marinhas ao serem capturadas não permitem que seus semelhantes escapem da prisão e fim trágico de virarem almoço de outros setes, o ser humano é ironicamente semelhante!

Voltando a questão religiosa, os que fugiram ou nunca foram capturados pelo coletivismo imposto pelas marcas registras das igrejas, não se tratam ao meu ver e de pessoas mais inteligentes que eu, desde o início da existência humana, de pessoas destinadas ao inferno ou purgatório. 

Na real, pode ser exatamente o oposto. É preciso ter muita fé para acreditar que Deus é bom, generoso e imenso, mesmo quando as maiores "seitas" e denominações do mundo tentam diminuir Ele a uma lista de "pode e não pode", ou " Só quem é da nossa igreja vai pro paraíso".

Escolher essa liberdade não é escolher o erro; é escolher uma relação direta. É entender que a espiritualidade é um fôlego pessoal, não um contrato assinado com uma liderança religiosa.

Onde mora o verdadeiro erro?

Se pararmos para pensar, o que seria pior aos olhos de uma inteligência suprema e amorosa e justa?

 * Alguém que finge ser o que não é, vivendo uma mentira para agradar homens?
 * Ou alguém que, em busca da verdade, prefere ser honesto sobre suas dúvidas e prefere a liberdade de amar a Deus sem as amarras de sistemas que, muitas vezes, só querem poder e dinheiro?

A resposta parece óbvia quando a gente tira o peso do julgamento alheio. O maior "erro" talvez seja justamente sufocar a própria essência para caber na expectativa dos outros. 

Deus, se Ele for tudo o que dizem que é, certamente prefere uma busca honesta e livre do que uma obediência fingida e infeliz. Cadeco livre arbítrio e Amar e Louvar o Criador em Espírito e em Verdade?

No fim das contas, a espiritualidade serve para libertar, não para criar novos carcereiros. Se a sua forma de acreditar te faz uma pessoa mais íntegra, amorosa e em paz, você provavelmente está no caminho certo — com ou sem placa de igreja na porta.

O que você achou dessa perspectiva?

Enquanto a nova Ordem Mundial não for totalmente implantada, governo único, dinheiro único e religião única seja a rotina de nossos descendentes e talvez um de nós que viverão para ver essas coisas chegarem e for rotina. De que lado você está? Qual seu limite entre fazer o que é fácil ou o que é certo?

Independente se VC é associado a uma denominação ou é livre para ter apenas espiritualidade, quando os poucos e poderosas dominarem as massas, o cardume ou boiada, todos estarão novamente na condição de escravos como foi no passado, no presente e se repetirá como padrão no futuro...

Até o próximo post

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